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O déficit habitacional é um número que leva em conta o total de famílias em condições de moradia inadequadas. Sendo este, um dos maiores problemas enfrentados há anos pelo Brasil, tanto em cidades do interior, como em regiões metropolitanas e grandes cidades, como Belo Horizonte: 173 mil moradias em toda a região metropolitana segundo a pesquisa feita pela Fundação João Pinheiro. 

A capital mineira possui uma área apr
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oximada de 331.401 km², e de acordo com o censo realizado pelo IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - de 2010, com 2.375.151 habitantes e uma densidade demográfica de 7.167,00 hab/km².

O déficit habitacional em Belo HorizonteEditar

O número de habitantes com moradias inadequadas é razoável na região metropolitana de Belo Horizonte. Em Minas Gerais, dados da pesquisa da Fundação João Pinheiro em 2007 indicaram o déf icit de 721 mil moradias, enquanto que em Belo Horizonte eram de 173 mil, caindo mais tarde para 62 mil, segundo estimativas do Plano Local de Habitação de Interesse Social (Plhis), de 2010. Isso indica uma queda considerável de moradias inadequadas de 2007 à 2010. O que possibilitou esta queda foi também uma elevação da classe baixa para a classe média, assim obtendo mais poderes de consumo e melhoria na qualidade de vida.

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Apesar de ameaças de enchente e deslizamento, em BH muitas famílias insistem em permanecer em moradias inadequadas.

  Os critérios para se decidir se uma moradia é adequada ou não são basicamente saber se as ruas têm nome, se há iluminação pública, arborização, pavimentação, calçadas, rampas de acesso a cadeirantes, bueiros ou bocas de lobo e também se existe esgoto a céu aberto e lixo acumulado nas ruas, conforme informa o IBGE.

Mais dados sobre o déficit habitacional do Brasil no link do site G1 da globo.com: http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/09/43-dos-domicilios-do-brasil-sao-inadequados-para-moradia-diz-ibge.html

Medidas tomadas pelas autoridadesEditar

Em setembro de 2013, o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, lançou o plano habitacional BHMORAR, que prevê a construção de 80 mil moradias, sendo 23 mil delas entregues até 2016, com o objetivo de zerar o déficit habitacional na cidade até no máximo 2023. 

Na local conhecido como região Isodoro, na divisa entre Santa Luzia e Belo Horizonte, pretende-se a construção de mais de 12 mil unidades habitacionais, tendo em vista que o local é alvo frequente de invasores, assim como no conjunto “Zilah Spósito”, também nos planos da prefeitura. Atualmente, aproximadamente oito mil unidades habitacionais estão sendo construídas na capital pelos programas "Minha Casa, Minha Vida" e "Vila Viva" e outras 14 mil possuem terreno definido, em fase de convocação. 


De acordo com a Urbel (Companhia Urbanizadora de Belo Horizonte), desde 1994 até agosto do ano passado, a prefeitura já construiu 14.051 moradias na cidade. Ainda, de acordo com o prefeito, o programa "Minha Casa, Minha Vida" ainda não deslanchou, devido à falta de terrenos acessíveis. O BHMORAR pretende resolver este problema, não permitindo novas ocupações clandestinas, tanto espontâneas quanto por grupos políticos organizados.

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Destribuição de vilas,conjuntos habitacionais e outros assentamentos em BH.









Favelas e vilas na Região MetropolitanaEditar

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Aglomerado.(http://goo.gl/sY2CXL)

 Na região metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), encontram-se uma grande quantidade de aglomerados e vilas espalhados por diversas regiões. Os aglomerados, conhecidos também como favelas, são espaços ocupados - geralmente em péssimas condições naturais - desordenadamente por uma população que não possui renda o bastante para conseguir uma moradia.


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Numero de aglomerados por região em Belo Horizonte




O número estimado de vilas, favelas, conjuntos habitacionais e outros espaços irregulares na cidade é de 215, o que ocupa, em média 16,4 km² do espaço da cidade, com uma população com cerca de 451.395 habitantes. O maior dos aglomerados é o Aglomerado da Serra, situado na região Centro-Sul da cidade, com 46 mil habitantes. Temos ainda outros 16 aglomerados, vilas e favelas mais conhecidos:

Distribuição dos aglomerados/favelas em Belo Horizonte (dados referentes a 2002)
Aglomerado/favela Região População Domicílios
Pedreira Prado Lopes Noroeste 9800 1414

Conjunto Mariano de Abreu

Leste desconhecido desconhecido
Vila Acaba Mundo Centro-Sul 1187 329
Vila Apolônia Venda Nova/Pampulha 7669 2578
Vila Californiana Nordeste 5062 1135
Vila Cemig Barreiro 6400 2310
Vila Embaúbas Oeste 1890 450
Vila Maria Nordeste 5363 1277
Vilas Marieta I e II Barreiro 991 236
Vila Nossa Senhora do Rosário Leste 812 216
Vila Novo Ouro Preto Pampulha 1107 265
Vila São Miguel Pampulha 550 220
Vila São Rafaek Leste 2117 504
Vila Senhor Dos Passos Noroeste 3183 833
Vila Sumaré Nordeste 1508 359

Tais números estão caindo devido à migração dessas pessoas para os bairros com a ajuda do poder público, que vem querendo cada vez mais promover programas habitacionais nos quais os moradores destes aglomerados mudariam  para áreas edificadas efetivando processos de regularização urbanística, procurando integrar os mesmos à cidade e requalificar e melhorar a qualidade de vida dessas comunidades. Entretanto, a maioria ainda não aceita tal oferta pelo fato de terem se acostumado ao local e por não verem essa mudança como positiva.

População de rua de Belo Horizonte Editar

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Atualmente são mais de 2000 moradores de rua em Belo Horizonte.

Atualmente, em Belo Horizonte, o numero de moradores de rua ultrapassa os 2.000 habitantes em 2012. Isso ocorre, principalmente, devido a ineficiência da prefeitura em lhe dar com esse tipo de problema, ela vem tentando buscar soluções e a expectativa é de que até o fim do ano, deve-se abrir uma nova república com 44 vagas e, até junho de 2014, uma outra unidade com mais 44 leitos.

Esses moradores, que se espalham por diversas ruas e avenidas em vários pontos da Capital, geram incomodo e problemas para os residentes, principalmente pequenos furtos, (a maioria dos moradores de rua em BH, é dependente químico de pelo menos uma substancia), para manter os vícios ou até mesmo para o sustento, outro problema além da segurança, é a precariedade higiênica dos moradores, estes fazem suas necessidades em locais públicos, deixando grande quantidade de lixo espalhado pelas vias e um mal cheiro.

Estes moradores são em sua maioria é do sexo masculino, tem idade entre 25 e 50 anos, a maioria é alfabetizada. Cerca de 40% dos moradores de ruas da cidade, não são de Belo Horizonte.

Em 2012, 26 pessoas em situação de rua foram assassinadas em Belo Horizonte.

Ao todo, somando os casos dos dois últimos anos (53 em 2012 e 28 em 2011) são 107 ocorrências n

a capital. A maior parte dos crimes não foi desvendada pela Polícia Civil. Órgãos de segurança pública rechaçam a possibilidade de atuação de grupos de extermínio e atribuem as ocorrências a desavenças entre os envolvidos.

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